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Bahia registra mais 11 casos de sarampo e registros chegam a 20 no estado

Sexta 11 Out 2019 - 15h20




Bahia registra mais 11 casos de sarampo e registros chegam a 20 no estado

O número de casos confirmados de sarampo na Bahia chegou a 20 após a confirmação de mais 11 casos nesta quinta-feira (10) pela Secretaria de Saúde da Bahia (Sesab).a pasta informou que os dados divulgados hoje foram  contabilizados até o dia 9 de outubro.

Os casos contabilizados foram 12 em Santo Amaro, três em Gandu, e um em Ituberá, Andorinha, Jacobina, Palmeiras e Salvador.

Informações da Sesab indicam que os casos registrados em Gandu e Ituberá estão associados ao surto de Santo Amaro, o de Andorinha foi importado de São Paulo e os de Palmeiras e Salvador são de pessoas infectadas na Europa.

A secretaria ainda informou que foram notificados 509 casos suspeitos de sarampo no estado neste ano, sendo 263 descartados. Outros 226 permanecem sob  investigação.

 

Fonte - BN

Mega-Sena acumula e próximo concurso deve pagar R$ 30 milhões

Quinta 10 Out 2019 - 10h19




Mega-Sena acumula e próximo concurso deve pagar R$ 30 milhões

As seis dezenas do Concurso 2.196 da Mega-Sena, sorteadas hoje (9), no Espaço Loterias Caixa, em São Paulo, não teve vencedores. O prêmio para o próximo concurso, que será sorteado na segunda-feira (14), está estimado em R$ 30 milhões. Nesta semana, excepcionalmene, não haverá sorteio no sábado em função do feriado do Dia de Nossa Senhora Aparecida, em 12 de outubro. Na próxima semana haverá três concursos: na segunda, quarta (16) e sábado (19).

Os números sorteados foram  01 - 25 - 27 - 28 - 41 - 56.

A quina teve 58 ganhadores que vão receber, cada um, R$ 47.367,07. Acertaram quatro números 4.166 apostadores, que receberão o prêmio individual de R$ 942,07.

As apostas para o próximo concurso da Mega-Sena podem ser feitas até às 19h de sábado. A aposta mínima, de seis números, custa R$ 3,50.

 

Fonte - EBC

Médico guanambiense e noiva morrem em acidente no interior de São Paulo

Quinta 10 Out 2019 - 09h15




Médico guanambiense e noiva morrem em acidente no interior de São Paulo

Um grave acidente foi registrado no final desta tarde de terça-feira (08) na rodovia Engenheiro Thales de Lorena Peixoto Júnior (SP-318), em São Carlos (SP).

Segundo o condutor do caminhão relatou que seguia na rodovia, sentido Ribeirão Preto – São Carlos e no Km 249, o Volkswagen UP, com placas de Guanambi/BA que vinha no sentido oposto rodou e colidiu fortemente contra a frente do caminhão carregado com arame.

O carro ficou totalmente destruído e seus dois ocupantes tiveram morte instantânea.

O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e o socorro da administradora da rodovia foram ao local para socorrer às vítimas, no entanto nada pode ser feito.

A Polícia Militar foi acionada e comunicou o fato à Polícia Civil para a realização da perícia no local.

Uma das vítimas é a paranaense Fernanda Coimbra Pacheco, 31 anos. A outra, segundo apurou a Agência Sertão, foi o seu noivo, o guanambiense Abner Brito Santos Donato, também de 31 anos.

Fernanda era médica neurologista e atuava em São Carlos. Abner também era médico, tendo inaugurado uma clínica de medicina nuclear no bairro Aeroporto Velho no final de 2018

Abner era filho de Rubens Donato, gerente de uma revendedora de veículos em Guanambi.

A família de Abner só soube do acidente no final da noite e está providenciando o reconhecimento e a liberação do corpo.

O corpo de Adner será transladado para velório e sepultamento em Guanambi. A previsão é que o velório comece entre o fim da tarde e início da noite desta quarta-feira (9).

 

Fonte - Agência Sertão

Eleição para presidente do TJ-BA pode ser disputada por José Olegário e Maria da Graça Leal

Quinta 10 Out 2019 - 08h57




Eleição para presidente do TJ-BA pode ser disputada por José Olegário e Maria da Graça Leal

A eleição para o Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA) para o biênio 2020-2022, prevista para ocorrer no dia 20 de novembro de 2019, deverá ser disputada por dois candidatos: desembargador José Olegário Monção Caldas e desembargadora Maria da Graça Osório Pimentel Leal, atual 2ª vice-presidente da Corte. De acordo com o regimento interno do TJ-BA, a eleição será disputada pelos cinco desembargadores mais antigos da Corte, sem possibilidade de candidatura a reeleição, e impede a candidatura de desembargadores que já exerceram atividade na mesa diretora por quatro anos. Os desembargadores mais antigos que não desejarem participar da eleição precisam se manifestar previamente para não concorrer as vagas.

Pela atual lista de antiguidade, retirando os nomes que já presidiram o Tribunal, estão aptos a se candidatarem os seguintes desembargadores: Ivete Caldas, José Olegário, Rosita Falcão, Lourival Trindade e Maria da Graça Osório. A desembargadora Maria da Purificação, atualmente, é a segunda mais antiga na lista, mas já exerceu dois mandatos na mesa diretora. Ela já foi 2ª vice-presidente na gestão de Eserval Rocha, e 1ª vice-presidente na gestão de Maria do Socorro Santiago. Na eleição realizada em 2017, a desembargadora Ivete Caldas declinou da candidatura e não deve ser candidata neste ano. O declínio provocou uma reviravolta no pleito de 2017.


Caso algum desembargador da lista dos cinco mais antigos desista do pleito, serão chamados os nomes mais antigos do Tribunal. A lista do 6º ao 10º mais antigo do TJ-BA é composta pelos seguintes desembargadores: José Cícero Landin, Carlos Roberto Santos Araújo, Nilson Castelo Branco, Heloisa Graddi e Cynthia Pina Resende – esta última já foi corregedora das comarcas do Interior por uma gestão.

O voto é secreto. Cada desembargador votará em um candidato para os cargos de presidente, 1º vice-presidente, 2º vice-presidente, corregedor Geral de Justiça e corregedor das Comarcas do Interior. O eleito precisará obter a maioria absoluta dos votos. Caso não haja maioria para declarar um eleito, uma nova eleição será feita entre os dois candidatos mais votados. No caso de empate, será considerado eleito o desembargador mais antigo na carreira. Apenas os desembargadores podem votar na eleição da mesa diretora do Tribunal, sendo impedido o voto de magistrados do 1º grau.

ÚLTIMA CHANCE

Essa poderá ser a última chance do desembargador José Olegário Monção Caldas ser eleito presidente do TJ-BA. Em março de 2022 ele completará 75 anos e terá que ser aposentado compulsoriamente pela idade. Olegário já tentou ser presidente da Corte em 2015, em uma disputa apertada com a desembargadora Maria do Socorro Santiago, que foi eleita em uma segunda votação. Em 2017, o desembargador também tentou ser eleito para o posto, mas recebeu poucos votos na ocasião, sendo eleito em 1º turno o desembargador Gesivaldo Britto, que na época, não integrava a lista dos cinco candidatos mais antigos do TJ-BA. Olegário já foi chamado de “presidente” pelo senador Jaques Wagner durante as comemorações dos 410 anos do Ministério Público da Bahia (MP-BA).

 

Fonte - BN

Brumado: Após oito anos, delegado Leonardo Rabelo deixa a 20ª Coorpin

Quinta 10 Out 2019 - 08h45




Brumado: Após oito anos, delegado Leonardo Rabelo deixa a 20ª Coorpin

Após oito anos, o delegado Leonardo Fabiani Rabelo Silva deixa a 20ª Coordenadoria de Polícia do Interior (Coorpin), em Brumado. Segundo apurou o site Achei Sudoeste, a portaria de exoneração de Rabelo foi publicada nesta quinta-feira (10), no Diário Oficial do Estado da Bahia. Ele foi nomeado para a Delegacia de Repressão a Furtos e Roubos do Município de Vitória da Conquista, do Departamento de Crimes Contra o Patrimônio, da Polícia Civil da Bahia.

O novo delegado coordenador da 20ª Coorpin é Arilano Kléber Medeiros Botelho. Arilano já atuou na capital do minério. “Agradeço a todos a oportunidade de conviver nesse seleto grupo por 8 anos. A vida é feita de ciclos e um novo começa pra mim e para Arilano que doravante assume a gestão da 20ª Coorpin. Ficam na bagagem o salutar ganho de experiência profissional e a certeza do dever cumprido com zelo e probidade, elevando sempre o nome de nossa Polícia Civil da Bahia”, disse Rabelo.

 

Fonte - AcheiSudoeste




Brumado: Após oito anos, delegado Leonardo Rabelo deixa a 20ª Coorpin

Estudo aponta que trabalhadores de lavouras de frutas vivem na pobreza

Quinta 10 Out 2019 - 07h47




Estudo aponta que trabalhadores de lavouras de frutas vivem na pobreza

Trabalhadores temporários das lavouras de frutas no Nordeste estão submetidos a práticas degradantes de trabalho e baixos salários, apesar do setor de fruticultura ser composto por empresas estruturadas e com diversas certificações. A conclusão é do relatório “Frutas Doces, Vidas Amargas”, divulgado nesta quinta-feira (10) pela Oxfam Brasil - organização independente e sem fins lucrativos.

“Muitas empresas que têm diversas certificações importantes como Rainforest, Fair Trade ou Global Gap, que é específica para as cadeias dos supermercados, mesmo em empresas certificadas, a gente ainda encontrou - apesar de não ser algo sistêmico - casos de práticas muito ruins e até degradantes de trabalho, principalmente contaminação por agrotóxico, intimidação, às vezes falta de banheiro, falta de refeitório, ou seja, infraestrutura inadequada”, disse Gustavo Ferroni, da Oxfam, responsável pelo relatório.

A Oxfam Brasil analisou as cadeias de três frutas importantes - melão, uva e manga - no Rio Grande do Norte (RN) e no perímetro irrigado do Vale do São Francisco (Petrolina e Juazeiro). “O que a gente viu é que essa fruticultura que está lá é bem desenvolvida tecnologicamente, ela é capaz de atender os mercados mais exigentes do mundo, mas em termos de desenvolvimento local os resultados são bem insuficientes”.

As frutas que chegam à mesa dos brasileiros e também ao exterior geram cerca de R$ 38,9 bilhões por ano, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), mas não são capazes de garantir condições regulares a grande parte dos trabalhadores do campo.

“Vimos que existe uma situação de vulnerabilidade muito grande dos trabalhadores safristas [temporários] e que eles vivem na pobreza. Isso foi muito surpreendente porque a cadeia de frutas é razoavelmente organizada, com alto índice de formalização, mas o que constatamos foi que praticamente metade [dessas pessoas] trabalham menos de seis meses por ano e não tem outras oportunidades na região”, disse Ferroni.

Baixos salários
A safra de melão, uva e manga dura até seis meses, para os quais há o regime de trabalho temporário. No entanto, grande parte dos trabalhadores dessas regiões não conseguem outra fonte de renda no restante do ano, devido à falta de oportunidade local. Portanto, a renda do período de safra servirá para o sustento durante o ano todo.

A partir dessa realidade, a Oxfam dividiu pelos doze meses do ano o valor recebido pelos trabalhadores safristas no período da safra de melão, manga e uva, o que resultou em um valor médio mensal de R$ 687,88, R$ 593,50 e R$ 590,96 respectivamente, todos abaixo do salário mínimo atual, de R$ 998. “A renda que eles têm do trabalho da fruta deixa eles entre os 20% mais pobres da população. Se eles não tiverem nenhuma outra renda no ano, é assim que eles vão estar”, disse Ferroni baseado na Pesquisa Nacional por Amostras (Pnad-IBGE).

O relatório trouxe a história de Carmem Priscila Silva Souza, 25 anos, que durante cinco meses do ano – período de safra – acorda às 5 horas da manhã, para trabalhar na produção do melão no Rio Grande do Norte. “Se eu não arrumar outro trabalho, fico esperando até começar outra safra. Nesse último ano eu só fiquei em casa mesmo”, declarou Carmen, que é casada e mãe de um casal de gêmeos de 4 anos, à Oxfam. Quando está empregada, ela recebe R$ 998.

Distribuição de renda
Uma das soluções apontadas por Ferroni seria aumentar a renda dos trabalhadores durante a safra para que eles possam se preparar financeiramente para o resto do ano. Outra sugestão é o desenvolvimento de mais oportunidades de trabalho na região para que essas pessoas não estejam tão vulneráveis e não sejam dependentes do trabalho temporário nas safras.

“Encontramos situações em que trabalhadores passam fome, em que às vezes o mês termina e não tem o que comer, em que precisa escolher comprar comida e comprar remédio para os filhos, situações que a gente imaginava que pudessem estar superadas”, disse Ferroni.

Para a Oxfam, a discriminação de renda contra as mulheres no campo, a falta de garantia de proteção adequada contra contaminação por agrotóxicos, o trabalho temporário e condições não adequadas – especialmente para as mulheres – são responsáveis por impedir que muitas pessoas consigam superar a pobreza.

 “O argumento de que qualquer emprego é melhor que nenhum emprego coloca sobre os trabalhadores o peso de aceitarem qualquer condição de trabalho e exime setores econômicos de suas responsabilidades. Isso não é justo. A cadeia das frutas gera riqueza e é necessário que essa riqueza seja mais bem distribuída”, avaliou Katia Maia, diretora-executiva da Oxfam Brasil, que lembrou que a fruticultura é celebrada como atividade emblemática do potencial do semiárido brasileiro, uma cadeia de produção moderna do país e geradora de milhares de empregos.

Para ela, no entanto, existem problemas graves que precisam ser enfrentados para garantir vida digna às pessoas que estão colhendo as frutas que chegam às nossas mesas. “E os supermercados têm o dever e a responsabilidade de ajudar a mudar esse preocupante cenário que estamos apontando”, disse Katia.

Responsabilidade compartilhada
O relatório aponta que os maiores supermercados do Brasil - Carrefour, Pão de Açúcar e Grupo Big - detêm 46,6% do mercado atacadista do país e que eles podem ajudar a pressionar seus fornecedores para que garantam melhores condições de trabalho aos safristas do setor da fruticultura. Para a Oxfam, condições de trabalho e salário digno devem ser parte dos critérios desses supermercados na escolha de seus fornecedores.

“Quando a gente olha os maiores supermercados do Brasil, você tem que assumir uma certa responsabilidade com o que está acontecendo na produção de frutas que você vende. Mas é claro que não se pode isentar os produtores e eles precisam melhorar também, mas os supermercados têm um poder muito grande”, disse Gustavo Ferroni. “Os supermercados têm o poder econômico-político de influenciar esses fornecedores, que também são grandes produtores ali da região, a melhorarem suas práticas”.

O Grupo Big disse, em nota, que está comprometido em manter uma cadeia de suprimentos em conformidade com as legislações social e ambiental. O grupo desenvolve um Programa de Qualificação e Certificação de todos os seus fornecedores de perecíveis, o que inclui um programa de gestão de riscos de resíduos de agrotóxicos, destinado a todos fornecedores de frutas, legumes e verduras.

O sistema, segundo a empresa, vai além da rastreabilidade dos alimentos e prevê auditoria nas fazendas e análise de resíduos de agrotóxicos. “Em relação ao estudo em questão, afirma que todos os seus fornecedores de frutas do Nordeste possuem certificados globalmente reconhecidos, como o Global Gap Risk Assessment of Social Practice, o Global Gap, ou são auditados pela WQS”, disse em nota.

O Carrefour informou que preza pelo respeito e bem-estar de todos que integram suas cadeias produtivas e que a rede tem um Código de Ética e Social para Fornecedores com cláusulas rigorosas. A empresa reforça seu comprometimento em apoiar os 10 princípios do pacto global da ONU.

“Em linha com as condições existentes em seus contratos, a companhia repudia qualquer conduta que configure trabalho escravo ou sob condições diferentes daquelas previstas em lei. A companhia reforça que realiza auditorias anuais junto aos fornecedores do protocolo Sabor & Qualidade e, no caso da marca Carrefour, as boas práticas da cadeia são asseguradas pela Global Gap, certificação internacional do agronegócio”, diz a nota.

 

Fonte - Agência Brasil

Câmara aprova projeto que deve injetar R$11 bi do pré-sal para municípios

Quinta 10 Out 2019 - 07h44




Câmara aprova projeto que deve injetar R$11 bi do pré-sal para municípios

Cerca de R$ 11 bilhões devem ser repassados para todos os municípios do país. É que nesta quarta-feira (9), a Câmara dos Deputados, em Brasília, aprovou o Projeto de Lei 5478/2019. A iniciativa prevê a distribuição do montante oriundo da venda de lotes da chamada cessão onerosa, que se refere à exploração de campos de petróleo. Do total de R$ 11 bilhões, cerca de R$ 10,95 bilhões podem ser gastos pelas prefeituras tanto para investimentos como pagamentos de dívidas previdenciárias.

Conforme o acordado, da arrecadação do leilão após a devolução de R$33,6 bilhões para Petrobras, a União rateará 15% de lucros com estados e outros 15% com municípios. No caso dos municípios, a divisão terá como critério o Fundo de Participação dos Municípios (FPM). Para cada caso, os recursos da cessão onerosa permitirão, por exemplo, que um município com a faixa de FPM 1.0, correspondente a até 17 mil habitantes, receba entorno de R$1,2 milhão.

O presidente da União dos Municípios da Bahia (UPB) e vice-presidente Confederação Nacional de Municípios, Eures Ribeiro, esteve nesta quarta em Brasília. O gestor cobrou celeridade da votação do projeto sem condicionantes para sua aplicação. “Temos problemas urgentes nesse momento de grave queda de receita por conta da estagnação econômica. É coerente aportar esse recurso onde os municípios tiverem mais dificuldade. Por isso lutamos pelo acordo e com a pressão dos prefeitos aqui em Brasília saímos vitoriosos hoje”, afirmou.

 

Fonte - Bahia Notícias

LIVRAMENTO: FEIRA LIVRE FOI ANTECIPADA PARA SEXTA-FEIRA 11/10

Quarta 09 Out 2019 - 10h33




LIVRAMENTO: FEIRA LIVRE FOI ANTECIPADA PARA SEXTA-FEIRA 11/10

O Decreto nº 165/2019, de 01 de outubro de 2019, da Prefeitura Municipal de Livramento de Nossa Senhora, antecipou a feira livre da sede, normalmente realizada aos sábados, para sexta-feira, dia 11/10/2019, em razão do feriado do dia 12 de outubro, Dia de Nossa Senhora Aparecida e Dia das Crianças.

 

Gesivaldo Britto anuncia eleição para presidente do TJ-BA para novembro

Quarta 09 Out 2019 - 09h36




Gesivaldo Britto anuncia eleição para presidente do TJ-BA para novembro

A nova presidência do Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA) será eleita no dia 20 de novembro de 2019. O edital convocando as eleições deve ser lançado pelo presidente do TJ, desembargador Gesivaldo Britto, no dia 17 de outubro. As inscrições serão para concorrer aos cargos de presidente, 1º vice-presidente, 2º vice-presidente, corregedor-geral de Justiça, e corregedor das Comarcas do Interior.

O prazo de inscrição será do dia 22 de outubro ao dia 5 de novembro. No dia 6 de novembro, será divulgada a lista dos candidatos habilitados e no dia 13 de novembro será divulgada a lista dos candidatos homologados para participar do pleito. Os eleitos tomarão posse no início de fevereiro de 2020.

ADVOGADA HYASMIN FREIRE AGRADECE VOTOS RECEBIDOS NA ELEIÇÃO PARA O CONSELHO TUTELAR

Quarta 09 Out 2019 - 08h57




ADVOGADA HYASMIN FREIRE AGRADECE VOTOS RECEBIDOS NA ELEIÇÃO PARA O CONSELHO TUTELAR

A Advogada Hyasmin Freire, agradece os votos recebidos na Eleição para o Conselho Tutelar de Livramento de Nossa Senhora, sendo eleita com 722 votos, vejamos o texto:

Agradeço a Deus e a todos os amigos pelo carinho e pelas mais diversas formas de apoio que recebi durante a minha campanha. Aos que divulgaram em suas redes sociais, aos que distribuiram as propagandas da votação, aos que puderam comparecer para votar, aos que faziam a campanha comigo pedindo também para seus familiares e amigos. Sou grata não somente pelo voto de confiança através do reconhecimento do meu trabalho como advogada atuando na defesa e na promoção dos direitos das crianças e adolescentes, (que quem me conhece sabe que faço com amor), mas também pela amizade e carinho comigo e com minha família. Não foi minha campanha, foi nossa! Não é minha vitória, é nossa! Cuidar das crianças é minha missão, porque as amo sem distinção. Peço a Deus a sabedoria necessária para trabalhar sempre por elas e para elas, porque o que fazemos hoje com as crianças é o que elas farão depois com a sociedade.

Licença-maternidade de um ano sofre resistência no Congresso

Quarta 09 Out 2019 - 08h49




Licença-maternidade de um ano sofre resistência no Congresso

O aumento da licença-maternidade para as brasileiras terá dificuldades de avançar no Congresso. Defendido pela ministra Damares Alves (Família, Mulher e Direitos Humanos), o tema esbarra em questões fiscais e culturais, e acaba travado nos debates parlamentares.

No Brasil, mães com carteira assinada têm direito a 120 dias de licença remunerada. Servidoras federais podem ficar em casa 60 dias a mais. Para os pais, o tempo é bem mais curto: 5 dias.

Em entrevista à Folha de S.Paulo e ao UOL em 29 de setembro, a ministra afirmou que gostaria de ampliar o período das mães para um ano. Ela disse ainda que pais deveriam receber ao menos dois meses de licença.

"Olha, já existem propostas no Congresso. E a gente pode caminhar, sim, nesse debate no Congresso. E é isso que eu quero falar: nós estamos trabalhando políticas públicas de fortalecimento da família", afirmou Damares.

Iniciativas recentes da Câmara mostram que o avanço dessa agenda é difícil. Na Casa, há 146 projetos sobre o tema, em diferentes fases de tramitação. Neste ano, a CFT (Comissão de Finanças e Tributação) rejeitou o avanço de dois deles.

O primeiro texto estabelecia ampliação da licença para mães de gêmeos ou de prematuros, de 120 para 180 dias. O segundo aumentava o salário-maternidade (pago no período de trabalho abonado) para mulheres com partos prematuros, antes de 37 semanas de gestação.

As justificativas para os projetos é que, ao nascer antes do período correto, o recém-nascido costuma ter de ficar internado. Assim, seria necessário prorrogar o período de licença para ser cumprido em casa, não apenas no hospital. Ambos foram considerados incompatíveis com a LRF (Lei de Responsabilidade Fiscal).

"Essa matéria é muito importante e muito sensível para a sociedade. Ali, eu tive de rejeitar por causa da situação fiscal atual", diz o relator da proposta de ampliação do salário, Felipe Rigoni (PSB-ES).

As brasileiras têm direito a receber o salário integral no período em que ficam fora do trabalho. Ele é pago pelas empresas, mas estas podem ser ressarcidas pelo INSS (Instituto Nacional do Seguro Social), o que aumenta gastos.

No caso de prematuros, levantamento pedido pela CFT estimou em R$ 2 bilhões o impacto de 2017 a 2019. Rigoni afirma que, para a ampliação do salário, não foram apresentadas estimativas.

Agora no Senado, uma proposta aprovada em março pelos deputados permite a suspensão da licença para mães que tenham filhos internados por mais de 15 dias.

Elas poderiam retomar o período cheio após a alta. Como nesse caso a mulher deixaria de receber o salário-maternidade, não há aumento de gastos do governo.

Para a presidente da Frente Parlamentar em Defesa da Primeira Infância, Leandre (PV-PR), o aumento da licença pode ser efetivado caso haja empenho do Executivo, como uma proposta de iniciativa de Damares.

"Como no sentido de ampliação de benefícios são os partidos da base que têm mais resistência, se a iniciativa partir do governo, talvez seja possível", afirma.

A presidente da Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher, Luísa Canziani (PTB-PR), afirma que é preciso cuidado.

"Mulheres com filhos recebem cerca de 40% menos do que mulheres sem filhos no Brasil, levando em conta que as mulheres já recebem cerca de 30% menos que os homens no geral", afirmou, em nota.

A líder do governo no Congresso, Joice Hasselmann (PSL-SP), diz que se deve atentar para a empregabilidade feminina.

"Tenho medo de que essas proteções extras signifiquem desemprego para as mães quando elas mais precisam. Hoje alguns setores preferem empregar homens. Se houver um ano de afastamento da mulher, o efeito pode ser rebote", afirma.

A proposta encontra respaldo em recomendação da OMS (Organização Mundial da Saúde), que diz que recém-nascidos devem ter ao menos seis meses de aleitamento materno.

LIVRAMENTO: CARDIOLOGISTA DR. ENIO TANAJURA ATENDE NA QUINTA-FEIRA (10)

Quarta 09 Out 2019 - 08h35




LIVRAMENTO: CARDIOLOGISTA DR. ENIO TANAJURA ATENDE NA QUINTA-FEIRA (10)

O Cardiologista Dr. Enio Tanajura atende na quinta-feira (10/10) no IME (pela manhã) e na Clínica Santa Rita (pela tarde) em Livramento de Nossa Senhora. Faça sua consulta, particular ou pelo Planserv (Clínica Santa Rita), com médico especialista pela Sociedade Brasileira de Cardiologia, além de eletro e ecocardiograma. Agende pelo telefone: (77) 3444-2106 (Santa Rita) e (77) 99968-1625/(77) 3444-1625 (IME).

Mega-Sena pode pagar prêmio de R$ 25 milhões nesta quarta

Quarta 09 Out 2019 - 08h28




Mega-Sena pode pagar prêmio de R$ 25 milhões nesta quarta

O concurso 2.196 pode pagar um prêmio de R$ 25 milhões para quem acertar as seis dezenas. O sorteio ocorre às 20h (horário de Brasília) desta quarta (9) em São Paulo (SP).

Para apostar na Mega-Sena
As apostas podem ser feitas até as 19h (de Brasília) do dia do sorteio, em qualquer lotérica do país ou pela internet. A aposta mínima custa R$ 3,50.

Probabilidades
A probabilidade de vencer em cada concurso varia de acordo com o número de dezenas jogadas e do tipo de aposta realizada. Para a aposta simples, com apenas seis dezenas, com preço de R$ 3,50, a probabilidade de ganhar o prêmio milionário é de 1 em 50.063.860, segundo a Caixa.

Já para uma aposta com 15 dezenas (limite máximo), com o preço de R$ 17.517,50, a probabilidade de acertar o prêmio é de 1 em 10.003, ainda segundo a Caixa.

 

Fonte - G1