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Mais Médicos: Profissionais têm até segunda para escolher entre 140 municípios da BA

Segunda 10 Jun 2019 - 07h52




Mais Médicos: Profissionais têm até segunda para escolher entre 140 municípios da BA

Termina na próxima segunda-feira (10), às 12 horas, o prazo para que profissionais da saúde, que integram o programa Mais Médicos, possam escolher o município onde pretendem atuar.

Segundo a Agência Brasil, o Ministério da Saúde disponibilizou 2.149 vagas em 1.130 municípios. Na Bahia, 140 municípios possuem alto índice de vulnerabilidade e estão disponíveis para a escolha.

Em eventual sobra de vagas, o Ministério da Saúde informou que as posições serão oferecidas a médicos formados em instituições estrangeiras, além de profissionais que já possuem habilitação de atuação no exterior. É previsto que os profissionais dos Mais Médicos comecem a trabalhar ainda neste mês de junho.

 

Fonte - Bahia Notícias

REAL CALÇADOS FUNCIONARÁ NESTE SÁBADO, DIA 08/06, DAS 7:30 ÀS 16:30 HORAS

Sexta 07 Jun 2019 - 08h01




REAL CALÇADOS FUNCIONARÁ NESTE SÁBADO, DIA 08/06, DAS 7:30 ÀS 16:30 HORAS

A Real Calçados de Livramento de Nossa Senhora, localizada na Av. Dr. Edilson Pontes,  nº 156, trouxe muitas novidades, de diversas marcas e cores, para você passar o São João 2019 com muito estilo e bom gosto em calçados, bolsas, perfumes importados e acessórios, além de contar com o melhor atendimento da cidade. A Real funciona de segunda a sexta-feira das 07:30 às 19:00 horas e neste sábado (08) das 07:30 às 16:30 horas, para melhor atender seus clientes. A Real Calçados tem crediário próprio e facilitado, tudo em 10x sem juros, confira!

Bahia fica abaixo da meta em todas as vacinas para menores de um ano em 2018

Sexta 07 Jun 2019 - 07h50




Bahia fica abaixo da meta em todas as vacinas para menores de um ano em 2018

O ano de 2018 foi de saldo negativo para a Bahia no que diz respeito à cobertura vacinal destinada à crianças menores de um ano. Isso porque em nenhuma das oito vacinas destinadas a esse público o estado conseguiu atingir a meta de vacinação do Ministério da Saúde, que é de 90% do público alvo. O estado ainda ficou abaixo da média nacional de cobertura vacinal nas oito vacinas: BCG, Rotavirus, Meningocócica C, Pneumococica 10v, Poliomielite, DTP+HIB+HB (Pentavalente), Hepatite A e Tríplice viral.

Na vacina BCG, que previne a tuberculose, o estado teve o pior desempenho dos 26 estados brasileiros e do Distrito Federal ao alcançar 81,42% do público alvo em 2018, enquanto a média nacional foi de 95,63%. Ao considerar o histórico local na vacinação BCG, a partir de dados fornecidos pelo Ministério da Saúde com o índice de vacinação de 2011 até 2018, o ano em que o território baiano apresentou o maior índice foi em 2011, ao atingir 105,24%. A Bahia se manteve acima da meta de vacinação até 2015, chegando a ultrapassar os 100% quatro vezes neste período, mas desde então reduziu a vacinação para a casa dos 80%. Em relação a média nacional, a Bahia nunca a atingiu e nem superou.

O desempenho abaixo do esperado seguiu com a vacina Rotavírus, que protege contra as gastroenterites causadas pelo rotavírus. A imunização aplicada via oral, em duas doses, e destinada a crianças menores de um ano, nunca atingiu a meta de 90% na Bahia desde 2011. O estado também nunca alcançou a média nacional de vacinação no período de tempo informado pelo Ministério da Saúde. O maior índice já registrado foi 88,36% no ano de 2015, e o mais baixo foi em 2016 com 74,05%. No ano passado 77,64% do público alvo foi vacinado contra o rotavírus, e o estado ficou na 25ª posição entre as unidades federativas brasileiras.

Em relação a vacina Meningococica C, utilizada para prevenir as doenças provocadas pela bactéria Neisseria meningitidis do sorogrupo C, que pode causar infecções graves, às vezes fatais, como a meningite e a sepse, o panorama segue similar: nos últimos oito anos o estado ficou abaixo da média de vacinação nacional. Em 2018 apresentou seu pior desempenho nesta imunização ao atingir 76,01% do público alvo e ficar na 23ª posição no ranking nacional. Ao olhar o histórico baiano, o índice de vacinação ficou acima dos 90% até 2015, em 2016 começou a cair e desde então não atingiu mais este valor.

A Pneumococica 10v é mais uma vacina que a Bahia não atingiu a média nacional de imunização nos últimos oito anos. Ela ajuda a proteger as crianças das doenças causadas pela bactéria Streptococcus pneumoniae, como a meningite, pneumonia, otite média aguda, sinusite e bacteremia. Na Pneumococica 10v o maior índice atingido pela Bahia foi em 2015, com 90,24%. O pior desempenho do estado nesta vacina foi no ano de 2011, em que a média nacional foi 81,65% e a Bahia foi 66,46%. Em 2018 o estado ficou entre os três piores desempenhos do país com 81,62%, a frente apenas do Amapá (77,36%) e do Pará (75,85%).

Ao contrário da Pneumococica 10v, 2011 foi o ano em que a Bahia apresentou seu melhor desempenho na vacinação contra a Poliomielite ao atingir 97,32% do público alvo. Ainda assim o estado ficou abaixo na média de vacinação nacional, que naquele ano foi de 101,33%. A imunização contribui com a prevenção da Poliomielite, também chamada de pólio ou paralisia infantil, que é uma doença contagiosa aguda causada pelo poliovírus. Ela pode infectar crianças e adultos por meio do contato direto com fezes ou com secreções eliminadas pela boca das pessoas doentes e provocar ou não paralisia. Nos casos graves, em que acontecem as paralisias musculares, os membros inferiores são os mais atingidos. Nesta imunização o pior desempenho da Bahia foi em 2016, quando atingiu 70,72%. Desde 2011 a cobertura vacinal na Bahia nunca ficou na média nacional, ou acima dela, e em 2018 o estado ficou entre os três piores desempenhos do país.

De acordo com o Ministério da Saúde, no ano passado a Bahia apresentou o seu pior desempenho na imunização DTP+HIB+HB (Pentavalente), que protege contra difteria, tétano, coqueluche, infecções graves pelo Haemophilus influenzae tipo B, a exemplo da meningite e hepatite B. O índice de vacinação alcançado pelo estado em 2018 foi de 75,03%, o que atribui ao estado a 4ª pior colocação do país. Nesta vacina a Bahia alcançou a média nacional de imunização em duas oportunidades, 2011 e 2012, mas desde então tem ficado abaixo deste índice.

Diferente das outras vacinas, os dados do Ministério da Saúde sobre a imunização dos estados contra a Hepatite A começam em 2014, ano que inclusive a Bahia superou a média nacional de vacinação. Quanto ao pior desempenho do estado nesta vacina foi percebido em 2016, quando atingiu 60,53% do público alvo vacinado. No último ano a Bahia ficou entre os quatro estados com pior desempenho, com um índice de vacinação de 71,13%.

Na vacina tríplice viral, que protege contra os vírus do sarampo, caxumba e rubéola, prevenindo o desenvolvimento destas doenças e possíveis complicações para a saúde, o melhor desempenho do estado foi no ano de 2014, em que alcançou 114,85%. Neste ano o estado ficou acima da média nacional de vacinação que foi de 112,80% e ocupou a melhor posição no ranking dos estados sendo o 9º. Em 2013, com 109,17% a Bahia também ficou acima da média nacional (107,46%). No entanto, no ano passado o índice baiano ficou entre os três piores do Brasil, com 79,48% do público alvo atingido. Quanto ao histórico baiano, os índices de imunização tríplice viral ficaram acima dos 90% de 2011 até 2015, a partir de 2016 os números foram caindo.

Em nota ao Bahia Notícias, o Ministério da Saúde ressaltou a importância da vacinação. A pasta afirmou que “considera a vacinação uma medida de extrema importância para evitar casos, sequelas e óbitos por doenças transmissíveis”. No texto ainda assegura a segurança das vacinas ofertadas no Calendário Nacional de Vacinação.

“Todas as vacinas destinadas a crianças menores de dois anos de idade vem registrando queda desde 2011, com maior redução a partir de 2016”, contatou o Ministério da Saúde que ainda atribuiu esta redução ao movimento anti-vacinal embasado em informações falsas. “A resistência à vacinação é uma preocupação para toda a sociedade, pois a difusão de informações equivocadas e sem baseamento científico podem contribuir para a decisão de não vacinar”, avaliou.

O Ministério da Saúde ainda fez um alerta: “é importante destacar que o principal perigo em ter baixas coberturas vacinais é o risco de reintrodução de doenças já eliminadas no país”.

 

Fonte - Agência Brasil

Mega-Sena, concurso 2.157: ninguém acerta e prêmio acumula para R$ 70 milhões

Quinta 06 Jun 2019 - 08h36




Mega-Sena, concurso 2.157: ninguém acerta e prêmio acumula para R$ 70 milhões

Ninguém acertou as seis dezenas do concurso 2.157 da Mega-Sena realizado nesta quarta (5) em São Paulo (SP). O prêmio acumulou.

Veja as dezenas sorteadas: 31 - 33 - 34 - 35 - 39 - 48.

A quina teve 188 apostas ganhadoras; cada uma levará R$ R$ 21.377,17. Outros 8.779 apostadores acertaram a quadra; cada um receberá R$ 653,98.

O próximo concurso (2.158) será no sábado (8). O prêmio está acumulado em R$ 70 milhões.

 

Fonte - G1

Mauro Naves é afastado da Globo ao vivo no Jornal Nacional

Quinta 06 Jun 2019 - 08h13




Mauro Naves é afastado da Globo ao vivo no Jornal Nacional

O jornalista Mauro Naves foi afastado da Rede Globo durante o Jornal Nacional nesta quarta-feira (05/06/2019). O repórter deixará a cobertura esportiva após divulgar o telefone do pai de Neymar para o ex-advogado de Najila Trindade, que acusa o jogador de estupro e agressão. A notícia foi lida por William Bonner ao vivo.

“Mauro Naves é um profissional excelente, com grandes contribuições para o jornalismo esportivo da Globo, mas há evidências de que as atitudes dele neste caso contrariaram a expectativa da empresa sobre conduta dos seus jornalistas”, afirmou o âncora. “Em comum acordo, o repórter Mauro Naves deixará a cobertura de esporte da Globo até que os fatos sejam devidamente esclarecidos”.

 

Fonte - G1

Caixa anuncia redução nos juros do financiamento habitacional

Quinta 06 Jun 2019 - 08h07




Caixa anuncia redução nos juros do financiamento habitacional

A Caixa Econômica Federal fez um anuncio de que vai reduzir as taxas de juros do financiamento para compra de imóveis. O banco também anunciou novas possibilidades para renegociação de empréstimos em atraso, conforme anunciado nesta quarta-feira (5).

Os empréstimos concedidos por meio do Sistema Financeiro de Habitação, a taxa foi reduzida de TR+8,75% para TR+8,5%. As taxas valem para empréstimos assinados a partir do próximo dia 10, informou a Caixa, segundo o G1.

O sistema que financia imóveis de até R$ 1,5 milhão, a pessoa pode consultar o saldo do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS).

Para o Sistema Financeiro Imobiliário, utilizado para financiar imóveis acima de R$ 1,5 milhão, a taxa cairá de TR+9,75% para TR+8,5%, redução de 1,25 ponto percentual.

Os empréstimos para clientes sem nenhum tipo de relacionamento com a Caixa, chamada "taxa de balcão", os juros passam de TR+11% para TR+9,75%.

As mudanças entram em vigor na próxima segunda-feira (10).

O banco também divulgou novas possibilidades de renegociação de financiamento imobiliário em atraso, sem aumento do prazo do contrato.

De acordo com a Caixa, do total de 5,2 milhões de contratos em vigor, 589 mil (11%) têm algum tipo de atraso e somam R$ 10,1 bilhões. Esses contratos impactam 2,3 milhões de pessoas.

 

Fonte - Bahia Notícias

BRUMADO: OAB REALIZOU AUDIÊNCIA PÚBLICA SOBRE A REFORMA DA PREVIDÊNCIA

Quinta 06 Jun 2019 - 07h49




BRUMADO: OAB REALIZOU AUDIÊNCIA PÚBLICA SOBRE A REFORMA DA PREVIDÊNCIA

Nesta última quarta (05/06), aconteceu na sede da 21ª Subseção  OAB Brumado uma Audiência Pública sobre a Reforma da Previdência. Com um tema de grande relevância para a sociedade brasileira, o evento buscou esclarecer à sociedade as principais alterações trazidas pela a Proposta de Emenda Constitucional - PEC 06/2019 e o impacto delas na vida dos brasileiros. Contando com o auditório lotado e de público diversificado, com a presença de advogados, estudantes de Direito, líderes sindicais, sociedade civil e classe política,os debatedores, todos especialistas em Direito Previdenciário,dentre eles a advogada livramentense, Maria Emilia Lima Tanajura, abordaram temas como a descontistucionalizacao de direitos sociais, panorama geral sobre as principais alterações trazidas pelas Reforma, o impacto das alterações na vida do homem do campo e sobre as drásticas alterações no benefício da Aposentadoria Especial. Para enriquecer ainda mais o debate, esteve presente um servidor público do INSS, que apresentou as principais modificações na legislação a partir da recente aprovação da MP 871/2019. 
O evento foi organizado pela Comissão de Estudos Jurídicos da 21a. Subseção da OAB Brumado, presidida pela advogada Mabe da SilvaAnjos, composta pelos advogados Luís Cláudio Aguiar Gonçalves, Marcos Paulo Souza Costa e Maria Emília Lima Tanajura e contou, ainda,  com grande apoio do atual presidente da  subseção, Dr. Kléber Lina Dias e também da Comissão Especial de Direito Previdenciário da Bahia, nas pessoas de Dr. Eddie Parish, Dr. Carlos Palma e Dra. Ana Isabel Jordão.
De tudo  que se debateu, restou consagrado o sentimento de que a PEC 06/2019, em que pese questionável em diversos pontos, oportuniza à sociedade  uma reflexão sobre a Previdência Social Brasileira e a necessidade do cidadão entendê-la e participar do debate em busca da luta e defesa de seus direitos.

Primeiro fim de semana de Junho de muito sol no Nordeste

Quarta 05 Jun 2019 - 10h38




Primeiro fim de semana de Junho de muito sol no Nordeste

O sol brilha forte no Nordeste do Brasil e a temperatura começa alta em Junho. O ar muito seco pela maioria das áreas, especialmente no interior colabora para a elevação da temperatura e do calorão em praticamente toda a Região. Com o sol forte, a temperatura naturalmente sobe e a umidade relativa do ar cai.

No fim de semana, o predomínio será do ar seco. Junho começa com previsão de pouca chuva na Região. Pancadas de chuva rápidas e passageiras acontecem de manhã e no fim do dia entre o litoral de Salvador e de Maceió. Já, no litoral do Maranhão, a chuva acontece a partir da tarde e podem vir acompanhada de raios.

Temperatura alta e umidade baixa

Com relação a temperatura, os termômetros estão subindo rápido pelo interior nordestino, o que é normal para esta época do ano. Todo o interior do Piauí, Bahia, Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco, Alagoas e Sergipe terão novamente temperaturas altas, neste primeiro fim de semana de Junho e baixa umidade do ar devido a presença do ar quente e seco.

A umidade relativa do ar pode ficar abaixo de 30% nas horas mais quentes do dia no oeste da Bahia e em áreas do sul e do leste do Piauí, oeste de Pernambuco e extremo sul do Maranhão.  

Entre segunda e terça-feira, não há grandes mudanças para o Nordeste. A tendência é de mais calor e chuvas observadas apenas no litoral. No sul do Piauí e oeste da Bahia, o tempo seco deixa e o solo pode apresentar deficiência hídrica.

 

Fonte - Clima Tempo

 

Cadastramento biométrico: TRE vai priorizar agendamentos por telefone ou internet

Quarta 05 Jun 2019 - 09h51




Cadastramento biométrico: TRE vai priorizar agendamentos por telefone ou internet

O cadastramento biométrico dos eleitores baianos foi tema de uma audiência pública realizada nessa segunda-feira (3), na sede da Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA). Na ocasião, o presidente do Tribunal Regional Eleitoral (TRE), desembargador Jatahy Fonseca Junior, apresentou o processo aos deputados estaduais.

"Escolhi a Assembleia para anunciar as novidades por ser ela o Poder mais legítimo entre os Poderes. Verdadeiramente a Casa do Povo", exaltou o desembargador. Ao longo da audiência, o magistrado explicou que a nova formatação do processo de biometrização prevê parcerias com as prefeituras para a instalação de postos de cadastramento nos municípios onde não há cartório eleitoral e também em grandes distritos. A nova prioridade de atendimento nesta nova fase serão os eleitores que agendarem o cadastramento por telefone (0800 071 6505) ou pela internet (clique aqui).

Para o presidente da AL-BA, Nelson Leal (PP), a adesão à biometria é pequena justamente por conta do deslocamento, já que muitas pessoas precisam viajar. Como exemplo, ele cita o município de Ipupiara, no Oeste do estado, cujo cartório eleitoral fica a uma distância de 109 quilômetros, em Oliveira dos Brejinhos.

"Precisamos de um grande mutirão, porque as maiores dificuldades estão justamente nas cidades que perderam cartórios eleitorais e a pouca participação do eleitorado pode favorecer quem tem mais condições econômicas", ressalta Leal, que participou da sessão.

De acordo com o deputado estadual, 70% dos eleitores dos grandes municípios fizeram biometria, mas nos pequenos municípios a situação é inversa.  Diante desse cenário, ele demonstra preocupação com a legitimidade das eleições municipais em 2020.

 

Fonte - Bahia Notícias

Relator da reforma da Previdência estuda aliviar corte no abono salarial

Quarta 05 Jun 2019 - 09h32




Relator da reforma da Previdência estuda aliviar corte no abono salarial

O relator da reforma da Previdência, Samuel Moreira (PSDB-SP), estuda aliviar o corte no abono salarial proposto pelo presidente Jair Bolsonaro (PSL).

Esse benefício é destinado a trabalhadores de baixa renda e funciona como um 14º salário, pago pelo governo.

Atualmente, quem tem carteira assinada e recebe até dois salários mínimos (R$ 1,9 mil) por mês tem direito ao abono, cujo valor é de um salário mínimo (R$ 998).

Mas, pela proposta de Bolsonaro, o critério da renda mensal será alterado para apenas um salário mínimo. A medida restringe o grupo de trabalhadores que podem sacar o benefício.

Segundo técnicos que trabalham com Moreira, a ideia é prever que o abono seja recebido por trabalhadores que ganham até 1,4 salário mínimo - cerca de R$ 1,4 mil.

Em maio, reportagem publicada pelo jornal Folha de S.Paulo mostrou que Moreira estava preocupado com a possibilidade de a proposta de Bolsonaro acabar com o abono salarial em Santa Catarina, Paraná, Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro e, especialmente, em São Paulo.

Nesses cinco estados, vigora um valor diferente para o piso salarial - mais alto do que o patamar nacional. Por isso, o relator buscava uma forma de considerar o mínimo regional.

Dados do Ministério da Economia e da IFI (Instituição Fiscal Independente), do Senado, apontam para uma forte restrição no acesso ao bônus no Brasil se for aprovada a versão de Bolsonaro.

De acordo com a Rais (Relação Anual de Informações Sociais) de 2017, quase 24 milhões dos 46 milhões de trabalhadores formais do país ganhavam até dois salários mínimos, considerando o patamar nacional.

Se a proposta de Bolsonaro for aprovada, apenas R$ 2,6 milhões teriam direito ao benefício.

O time do ministro da Economia, Paulo Guedes, tenta preservar a reforma da Previdência encaminhada ao Congresso em fevereiro e que representaria uma economia de R$ 1,2 trilhão em 10 anos.

As alterações no abono salarial desejadas pelo governo significariam um corte de gastos de aproximadamente R$ 170 bilhões - 14% do total.

Ainda não há estimativa do impacto da emenda em análise pelo relator que prevê um critério de 1,4 salário mínimo para ter direito ao abono.

Essa é uma forma encontrada por ele de minimizar os prejuízos a trabalhadores de baixa renda, mas sem prejudicar a meta de economia com a reforma.

 

Fonte - Ig

REAL CALÇADOS TRAZ MUITAS NOVIDADES PARA O SÃO JOÃO 2019

Terça 04 Jun 2019 - 10h44




REAL CALÇADOS TRAZ MUITAS NOVIDADES PARA O SÃO JOÃO 2019

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Número de notificações de dengue na Bahia tem aumento de 25 mil casos em menos de um mês

Terça 04 Jun 2019 - 08h30




Número de notificações de dengue na Bahia tem aumento de 25 mil casos em menos de um mês

O número de notificações de dengue na Bahia teve um aumento de mais de 25 mil casos, em menos de um mês, segundo informações divulgadas nesta segunda-feira (3) pela Secretaria de Saúde do estado (Sesab).

De acordo com os dados, até março, foram registradas 5 mil notificações no estado. Contudo, em 14 de maio, o número passou para 22 mil, e, em 31 do mesmo mês, fechou em quase 32 mil casos. São quase 211 ocorrências por dia.

Conforme a Sesab, até então, 10 mortes provocadas pela dengue foram confirmadas na Bahia. Destas, 7 ocorreram em Feira de Santana, cidade a cerca de 100 km de Salvador. Uma delas, de uma garotinha de 5 anos.

Em entrevista à reportagem, o infectologista Antônio Bandeira, da Sesab, explicou alguns motivos que podem ter provocado o aumento de casos.

"Fatores ambientais são fundamentais para contribuir com isso. Aquele período de chove e para, chove e para... aumento das temperaturas, que a gente teve esse ano. Foram muito significativas em todo o país. E, junto com isso, também, o que a gente chama de variação nos receptíveis. Pessoas que tiveram dengue, que estão imunizadas, mas não estão para todos os tipos. Os vírus variam muito", disse.

De acordo com dados do primeiro Levantamento Rápido de Índices de Infestação pelo Aedes aegypti (LIRAa) de 2019, do Ministério da Saúde, A Bahia tem 104 cidades em situação de risco de surto de dengue, zika e chikungunya.

O estudo separa as cidades em níveis de risco, alerta e satisfatório. Segundo o levantamento, realizado entre janeiro e março, Salvador e outros 103 municípios baianos estão em estado de alerta para as doenças. 

O resultado da pesquisa deste ano representa um aumento em relação ao estudo divulgado em dezembro de 2018. Na época, apenas 69 cidades baianas tinham risco de surto das doenças - 35 municípios a menos.

 

Fonte - G1 Bahia

Governo estuda liberar dinheiro do FGTS para estimular economia

Terça 04 Jun 2019 - 08h25




Governo estuda liberar dinheiro do FGTS para estimular economia

Para estimular a economia, o governo está estudando liberar o dinheiro de contas do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço.

A estagnação da economia não é novidade para o governo, mas o ministro da Economia fez questão de afastar medidas mágicas. Paulo Guedes defendeu que o primeiro passo é fazer as reformas, porque o sistema de pagamento de aposentadorias e benefícios está em colapso.

O brasileiro está vivendo cada vez mais. A expectativa de vida em 1960, quando a Previdência Social passou a ser gerida com regras unificadas, era de 49 anos. Em 2017, passou para 72.

A projeção em 2019 é de um rombo nas contas da Previdência de R$ 218 bilhões, o que representa 2,9% do Produto Interno Bruto. Para 2020, quase R$ 238 bilhões, 3% do PIB; 2021, R$ 255 bilhões, também 3% do PIB.

“Nós temos que começar pelas coisas mais importantes. Então, o voo da galinha nós já fizemos várias vezes. Você faz uma liberaçãozinha aqui, baixa artificialmente os juros para reativar a economia. Aliás, foi assim que o último governo caiu. O último governo caiu exatamente com irresponsabilidade fiscal, com juros baixos, tentando artificialmente estimular a economia. Nós não vamos fazer truques nem mágicas, nós vamos fazer as reformas sérias, fundamentos econômicos. E, naturalmente isso acontecendo, aprovada a reforma da Previdência, o horizonte de investimentos clareia”, afirmou Paulo Guedes, ministro da Economia.

O ministro espera que, com um equilíbrio nas contas promovido pela reforma da Previdência, os investimentos voltem e estimulem a criação de empregos e renda. Paulo Guedes adiantou que o Ministério da Economia estuda liberar o dinheiro dos trabalhadores depositado em contas do FGTS. A medida tem potencial para injetar até R$ 20 bilhões na economia.

Ainda não está definido se os saques poderão ser feitos em contas ativas — quando o empregador ainda está depositando — ou só em contas inativas. Está em estudo também a liberação do abono salarial PIS-Pasep. Mas isso depois da aprovação das reformas.

No governo Temer, 25 milhões de trabalhadores puderam sacar o dinheiro do FGTS em contas inativas. Uma injeção de R$ 44 bilhões na economia, estimulando o consumo. Mas o economista Roberto Ellery, professor da UnB, concorda que não adiantam medidas de estímulo sem o dever de casa feito.

“O estímulo pode ser um alívio necessário para evitar pressão, mas nós não vamos resolver o problema do Brasil via estímulos. O que nós precisamos é de uma agenda profunda de reformas, que só começa com a reforma da Previdência. A reforma da Previdência é só o começo”.

 

Fonte - G1

Brasil tem sete vacinas infantis com cobertura abaixo da meta

Terça 04 Jun 2019 - 08h18




Brasil tem sete vacinas infantis com cobertura abaixo da meta

Apesar de avanços, o alerta no último ano sobre a queda nas coberturas vacinais de crianças no país ainda não foi suficiente para alavancar os índices de imunização, que continuam abaixo da meta considerada ideal pelo Ministério da Saúde para manter a proteção contra doenças.

Dados obtidos pela Folha de S.Paulo apontam que, das oito principais vacinas indicadas a bebês, apenas uma atingiu em 2018 a meta recomendada --caso da BCG, que previne tuberculose e costuma ser aplicada em maternidades, e mesmo assim apresentou queda em relação ao ano anterior.

As demais tiveram coberturas entre 80% e 91,5% --abaixo, portanto, da meta de 95%. A meta da BCG é de 90%.

Para comparação, antes da queda na vacinação nos últimos três anos, os índices ficavam sempre acima da meta.

A boa notícia é que, em 2018, algumas vacinas tiveram estabilidade ou já apresentam sinais de melhora. Ainda assim, estão abaixo do ideal.

O balanço foi feito pelo Programa Nacional de Imunizações, principal estratégia de prevenção na saúde do país.

Os dados preliminares mostram que, em 2018, três vacinas --que protegem contra hepatite A, meningite e a própria BCG-- registraram leve queda, sendo que a menor cobertura foi da hepatite A, com apenas 80,9% das crianças de um ano imunizadas.

Outras duas vacinas apresentam índices semelhantes a 2017 e três tiveram leve recuperação, embora também estejam ainda abaixo da meta ""caso, por exemplo, das vacinas contra pólio e rotavírus e da que protege contra difteria, tétano e coqueluche.

A coordenadora do Programa Nacional de Imunizações, Carla Domingues, diz que o cenário ainda gera preocupação. "Apesar de termos melhorado, ainda estamos longe do ideal e do nosso histórico."

Mas ela diz ver nos dados um lado positivo. "Um dado relevante é que não tivemos uma nova queda. A estabilidade e leve aumento em algumas vacinas mostra que estamos conseguindo reverter a tendência de diminuição, o que é um avanço."

Segundo Domingues, a recente mobilização em torno do tema, com retorno de campanhas em parceria com entidades e aumento de notícias sobre vacinação podem ter colaborado para interromper a redução geral.

"Isso mostra que as ações estão surtindo efeito", diz. "Mas ainda há um trabalho longo a fazer. Enquanto estiverem abaixo da meta, as coberturas estão baixas."

Mas o que leva a essa dificuldade em atingir as metas?

A pergunta, repetida nos últimos três anos, ainda não tem respostas.

Questionado, o Ministério da Saúde diz ter contratado inquéritos vacinais em cinco capitais, mas que os trabalhos ainda estão sendo realizados. Algumas hipóteses, porém, permanecem em análise.

Entre elas, estão uma falsa sensação de segurança da população em relação a algumas doenças e o aumento na participação das mulheres no mercado de trabalho --cuja presença tem aumentado em ritmo maior em comparação aos homens nos últimos anos.

"O trabalho da mulher é cada vez mais intenso fora de casa. E os postos abrem no horário comercial. No momento de crise que vivemos hoje, talvez ela não queira justificar que vai faltar porque está levando o filho para ser vacinado. É um dos pontos que vamos discutir", diz José Cássio de Moraes, da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo, que acompanha os estudos.

Outros fatores são o avanço de informações falsas ou que superestimam o risco de eventos adversos, além de atrasos e problemas no registro de dados.

De acordo com Domingues, do PNI, esse último fator aparece porque, após o alerta sobre a queda nas coberturas no último ano, municípios e ministério passaram a verificar o sistema e revisar os dados --o que acabou por elevar, em parte, os números de 2017.

O problema é que, apesar desse esforço, os números daquele ano continuaram abaixo do esperado. Também mantiveram a queda que já vinha sendo registrada.

"A questão do registro é um dos fatores que podem ter impactado, mas não o principal. Trabalhamos em uma frente multifatorial", afirma a coordenadora.

"É fato que o sistema de informação tem problemas? É. É fato que a população achava que não precisava mais tomar vacina? Também", complementa ela.

Para Helena Sato, diretora de Imunizações da Secretaria de Saúde de São Paulo, embora falhas no sistema de registro tenham ocorrido em algumas cidades, "não dá para achar que isso explique tudo". "A cada ano, observamos que as coberturas caem mais um pouco."

Ela cita pesquisas que sugerem que o problema não seja falta de conhecimento da importância das vacinas, mas sim da falta de urgência em procurá-las.

Isabella Ballalai, da Sociedade Brasileira de Imunizações, concorda. Pediatra, ela diz se deparar com frequência com casos de vacinas atrasadas. "E aí vem a pergunta: por que não vacinou? A resposta que mais vemos não é não quis, mas esqueci ou deixei pra depois", relata.

É justamente essa demora que pode dificultar atingir a meta de 95%. Segundo ela, o índice foi calculado para evitar avanços na circulação de doenças. "É o que chamamos de proteção coletiva: em uma doença que transmite de pessoa a pessoa, se houver poucos suscetíveis, eles não têm de quem pegar."

Ela explica que os pais podem levar seus filhos com vacinas atrasadas que não estarão sujeitos a nenhuma sanção. "Pelo contrário. Vão [os médicos] até soltar fogos", diz.

Mas, caso haja constante recusa, o Conselho Tutelar pode ser acionado.

E o que explica a diferença nas coberturas de algumas vacinas?

Entre as possibilidades, está o fato de que vacinas recomendadas mais tarde têm coberturas menores que as de poucos meses. Pesa também o receio menor de algumas doenças em relação a outras.

É o caso da vacina contra hepatite A, doença considerada "silenciosa" e cuja vacina, aplicada aos 15 meses, registrou a menor cobertura de 2018.

Outra hipótese está no desabastecimento. "A de meningite foi a que teve mais intermitência no ano passado. Isso pode ter impedido de ter melhorado", diz Domingues.

De fatores individuais a falhas de fornecimento, a dificuldade em atingir a meta e a presença de áreas no país com maior número de não vacinados já deixam sinais visíveis.

Sem conseguir interromper a transmissão de sarampo reiniciada no último ano, o Brasil perdeu em março o reconhecimento de país livre da doença. Em um ano, registrou 10.326 casos. Neste, já são 92, com quatro estados em surto ativo: São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro e Pará.

Além do sarampo, outras doenças têm trazido alerta --caso da difteria, registrada na Venezuela, e da pólio, ainda endêmica em três países.

"Se não vacinar, vamos ter pólio de novo. A gente não quer voltar à época de pulmão de aço e criança paralítica. Temos que manter o que a gente já conseguiu e avançar ainda mais", afirma Moraes.

Questionado, o ministério diz apostar em campanhas de divulgação e trabalhar em novo programa para que mais postos de saúde abram durante a noite, aumentando a chance de vacinação.

 

Fonte - Bahia Notícias

BRUMADO: OAB REALIZA AUDIÊNCIA PÚBLICA SOBRE A REFORMA DA PREVIDÊNCIA

Terça 04 Jun 2019 - 07h57




BRUMADO: OAB REALIZA AUDIÊNCIA PÚBLICA SOBRE A REFORMA DA PREVIDÊNCIA

A 21ª Subseção da OAB/BA, com sede na Av. João Paulo I, nº 293, Bairro Monsenhor Fagundes, Brumado-Bahia, realiza Audiência Pública sobre a Reforma da Previdência nesta quarta-feira (05), às 09:00 horas. Serão debatidos as principais mudanças trazidas pela reforma, a desconstitucionalização dos direitos sociais, os impactos da reforma da previdência na vida do homem do campo, as alterações na legislação previdenciária trazidas pela Medida Provisória 871, aprovada ontem (03) pelo Senado Federal. Dentre os palestrantes temos a advogada livramentense Maria Emília Lima Tanajura, que abordará o tema: "Aposentadoria por Tempo de Contribuição e Especial como ficam com a Reforma da Previdência". O evento é gratuito e destinado a todos os trabalhadores, sobretudo estudantes e profissionais da área jurídica.