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JUSSIAPE: MENOR MATA PRÓPRIA MÃE E ATEIA FOGO EM PAI E MADRASTA

Terça 23 Ago 2016 - 08h20




JUSSIAPE: MENOR MATA PRÓPRIA MÃE E ATEIA FOGO EM PAI E MADRASTA

Por volta das 14:30 horas, a Guarnição do DPM de JUSSIAPE, recebeu ligação do Conselho Tutelar informando que a menor de idade L. A. S., 14 anos, teria ateado fogo no seu pai PEDRO PAULO SOUZA e na madrasta TAÍS NOVAIS SANTOS. Após o ocorrido (às 1:00 hora da manhã de ontem (22)) a menor fugiu em direção à mata fechada, no povoado do Paixão. De posse desta informação, a guarnição deslocou até a Casa de Saúde da Cidade pra verificar a vericidade do fato, onde constatou que a senhora Tais, madrasta da menor, deu entrada com queimaduras no corpo, e relatou a guarnição que foi a enteada que havia cometido tal perversidade, e que o pai da menor Pedro Paulo Souza tinha ido para Vitória da Conquista em estado grave, com a face e região do tórax e bracos todos queimados (37%). Após saber essas informações a GU deslocou até o povoado do Paixão para colher melhores informações,  com dois conselheiros tutelares até o local, onde encontraram com o avô paterno, Sr. José Joaquim de Souza, informando que a menor ainda não tinha sido encontrada, e a mesma sofria de problemas psicológicos, depressão, e já tinha tentado suicídio.  A mãe biológica da infratora, também  estava a procura da filha. 

Já por volta das 17:30 horas desta segunda-feira (22), populares informou à equipe da PM,  que haviam encontrado no Povoado do Paixão, um corpo que a principio pensava-se ser da adolescente, ao chegar no local, foi constado pelo SAMU, o óbito de uma mulher, com algumas escoriações e sangue. Porém descobriu que a vitima se trava de Adriana Santos Almeida, mãe da adolescente, infratora.

A Sr. Adriana havia encontrado com a filha no meio da Mata, e tinham entrado em luta corporal, onde a menor deu uma pedrada na genitora e não resistindo aos ferimento veio a óbito no local.

O corpo foi  entregue ao IML por volta das 22:46 horas, ao Perito Ailton Almeida de Aguiar, chegando também ao local o Delegado Francisco Marques Fogaça, onde mesmo disse que a menina seria apresentada no outro dia a ele por familiares, para melhor averiguação, pois se tratava de menor de idade. Com o delegado assumindo o caso, a GU retornou ao DPM

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