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Mesmo com indefinição na data, Enem 2020 já tem 3 milhões de inscritos

Sábado 16 Mai 2020 - 17h24




Mesmo com indefinição na data, Enem 2020 já tem 3 milhões de inscritos

Mesmo com a polêmica que cerca a data da realização do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2020, já se inscreveram 3 milhões de candidatos, até sexta-feira (15), de acordo com balanço divulgado pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep). Estudantes podem se inscrever, por meio da página do Enem na internet até o dia 22 de maio.

A versão digital das provas tem 99,6 mil inscritos, e as vagas para essa modalidade do exame estão praticamente esgotadas (das 101,1 mil disponibilizadas). Já o Enem impresso recebeu 2,9 milhões de inscrições desde a abertura do sistema, às 10h da segunda-feira (11), segundo a Agência Brasil.

O participante que optar por fazer o Enem impresso não poderá se inscrever na edição digital e, após concluir o processo, não poderá alterar sua opção. As provas impressas serão aplicadas em 1º e 8 de novembro e as digitais estão previstas para os dias 22 e 29 de novembro.

A estrutura dos dois exames será a mesma. Serão aplicadas quatro provas objetivas, constituídas por 45 questões cada, e uma redação em língua portuguesa. A redação será manuscrita, em papel, nas duas modalidades. Durante o processo de inscrição, o participante deverá selecionar uma opção de língua estrangeira - inglês ou espanhol.

Neste ano, será obrigatória a inclusão de uma foto atual do participante no sistema de inscrição, que deverá ser utilizada para procedimento de identificação no momento da prova. O valor da taxa de inscrição é de R$ 85 e deverá ser pago até 28 de maio.

Quem tem direito à gratuidade da taxa de inscrição, por se enquadrar nos perfis previstos nos editais do Enem, terá a isenção automática, a partir da análise dos dados declarados no sistema. A regra se aplica, inclusive, aos isentos em 2019 que faltaram aos dois dias de prova e não tenham justificado ausência. De acordo com o Inep, a medida beneficia quem teve dificuldades em realizar a solicitação de isenção, devido às restrições impostas pelo isolamento social decretado em razão da pandemia de Covid-19.

O prazo para efetuar a inscrição e solicitar atendimento especializado é o mesmo, até 22 de maio. Para facilitar a compreensão no momento da inscrição, os atendimentos específicos (gestantes, lactantes, idosos e estudantes em classe hospitalar) foram incluídos na denominação "especializado". Quem teve a solicitação deferida nas edições de 2017, 2018 e 2019 não precisa apresentar nova documentação, desde que se trate do mesmo pedido.

Os resultados serão publicados na Página do Participante em 29 de maio. Para os pedidos que forem negados, está prevista uma fase para apresentação de recursos. O resultado final estará disponível no dia 10 de junho.

Os pedidos de tratamento por nome social serão feitos entre 25 e 29 de maio, com previsão de divulgação dos resultados em 5 de junho. O período para apresentação de recursos será entre 8 e 12 de junho e a disponibilização dos resultados finais em 18 de junho.

 

Fonte - Bahia Notícias

Caixa libera R$ 246 milhões de auxílio emergencial neste sábado

Sexta 15 Mai 2020 - 10h26




Caixa libera R$ 246 milhões de auxílio emergencial neste sábado

A Caixa disponibilizará R$ 246 milhões do auxílio emergencial para 405.163 mil pessoas neste sábado (16). O banco recebeu ontem (14) da Dataprev o novo lote de beneficiários. No total, serão realizados 311.637 créditos em contas da Caixa e 93.526 em contas de outros bancos.

Desde o dia 9 de abril, quando teve início o pagamento do auxílio, o número de pessoas que tiveram o benefício creditado pela Caixa ultrapassou 50 milhões, num total de R$ 35,7 bilhões, já considerando os créditos deste sábado.

Até o início da tarde dessa quinta-feira (14), 52,6 milhões de cidadãos se cadastraram para solicitar o benefício. O site auxilio.caixa.gov.br superou a marca de 862,5 milhões de visitas e a Central Exclusiva 111 registra mais de 159 milhões de ligações. O aplicativo Caixa | Auxílio Emergencial conta com 82,2 milhões de downloads e o aplicativo Caixa Tem, para movimentação da poupança digital, ultrapassa 88 milhões de downloads.

De acordo com dados divulgados pela Dataprev em 5 de maio, somando o público dos que se inscreveram pelo aplicativo ou site com os do Bolsa Família e do Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico), 97 milhões de cadastros passaram por análise de elegibilidade e foram homologados pelo Ministério da Cidadania.

Caixa Tem
Para os beneficiários que recebem o auxílio emergencial pela poupança social digital, a Caixa orienta que seja realizada a atualização do Caixa Tem na loja de aplicativos. Além da alternativa para saque sem cartão, a nova versão possibilita maior número de acessos simultâneos.

Segundo o banco, essa ampliação da capacidade prevê atendimento aos usuários que não conseguem acesso imediato nos horários de maior utilização. O gerenciador de acessos (espera virtual) foi configurado para 5 mil usuários por minuto. Essa configuração está garantindo a estabilidade do serviço, com uma espera média de 1 minuto.

Saque em espécie
Os beneficiários que receberam o crédito do auxílio emergencial na poupança social digital já podem fazer o saque do benefício em espécie. A operação é realizada nos caixas eletrônicos da Caixa, nas unidades lotéricas e nos correspondentes Caixa Aqui, de forma escalonada, de acordo com o mês de nascimento.

 

Fonte - Agência Brasil

LIVRAMENTO: MORADORES DO BAIRRO ESTOCADA RECLAMAM DE ALAGAMENTO NA RUA GONÇALO PEREIRA E SILVA

Sexta 15 Mai 2020 - 09h59




LIVRAMENTO: MORADORES DO BAIRRO ESTOCADA RECLAMAM DE ALAGAMENTO NA RUA GONÇALO PEREIRA E SILVA

A principal Avenida da Estocada, Gonçalo Pereira e Silva, encontra-se alagada em razão do sangramento das duas lagoas que existem no bairro. Segundo um morador, o excesso de água na Avenida ocorre toda semana, de quarta a sexta-feira, prejudicando principalmente o tráfego de pedrestres e veículos. Se uma providência urgente não for tomada, certamente vai comprometer a estrutura de pavimentação no local, inlcusive, podendo provocar acidentes. 

Governo publica calendário da 2ª parcela do Auxílio Emergencial

Sexta 15 Mai 2020 - 08h25




Governo publica calendário da 2ª parcela do Auxílio Emergencial

O calendário do pagamento da 2ª parcela do Auxílio Emergencial foi publicado no Diário Oficial da União desta sexta-feira (15). O cronograma começa a partir de segunda-feira (18) e seguirá até 13 de junho.

Também nesta sexta, foi sancionada a lei que amplia o grupo de pessoas aptas a receber o benefício.

TUDO SOBRE O AUXÍLIO EMERGENCIAL

São 3 calendários:

  1. um para recebimento em poupança social
  2. um para saque em espécie para beneficiários do Bolsa Família
  3. um para saque em espécie para poupança social e demais públicos

Segundo portaria sobre o calendário, assinada pelo ministro Onyx Lorenzoni, quem recebeu a 1ª parcela até 30 de abril receberá o crédito da segunda parcela em poupança social digital a partir de quarta-feira (20), de acordo com a data de nascimento.

Inicialmente, os recursos estarão disponíveis apenas em na poupança social digital para movimentações digitais: pagamento de contas, de boletos e realização de compras por meio de cartão de débito virtual. Os saques em espécie para esse público poderão ser feitos só a partir de 30 de maio, também de acordo com a data de nascimento.

Para quem recebe o Bolsa Família, o calendário é diferente. Os beneficiários vão receber nas mesmas datas e da mesma forma em que recebem esse benefício, nos últimos 10 dias de maio. Já os saques em espécie começam na segunda-feira (18) para beneficiários com Número de Identificação Social (NIS) 1.

Veja os calendários:

Calendário da 2ª parcela (uso digital) - Poupança Social

Data do recebimento: 20 de maio (QUA) 21 de maio (QUI) 22 de maio (SEX) 23 de maio (SÁB) 25 de maio (SEG) 26 de maio (TER)
Nascidos em: Janeiro e fevereiro Março e abril Maio e junho Julho e agosto Setembro e outubro Novembro e dezembro
 

Calendário da 2ª parcela (saque) - Bolsa Família

Data do recebimento: 18 de maio (SEG) 19 de maio (TER) 20 de maio (QUA) 21 de maio (QUI) 22 de maio (SEX) 25 de maio (SEG)
Número de Identificação Social: NIS 1 NIS 2 NIS 3 NIS 4 NIS 5 NIS 6
             
Data do recebimento: 26 de maio (TER) 27 de maio (QUA) 28 de maio (QUI) 29 de maio (SEX)    
Número de Identificação Social: NIS 7 NIS 8 NIS 9 NIS 0  
 

 

Calendário da 2ª parcela (saque) - Poupança Social e demais públicos

Data do recebimento: 30 de maio (SÁB) 1 de junho (SEG) 2 de junho (TER) 3 de junho (QUA) 4 de junho (QUI) 5 de junho (SEX) 6 de junho (SÁB)
Nascidos em: Janeiro Fevereiro Março Abril Maio Junho Julho
               
Data do recebimento: 8 de junho (SEG) 9 de junho (TER) 10 de junho (QUA) 12 de junho (SEX) 13 de junho (SÁB)    
Nascidos em:

Agosto Setembro Outubro Novembro Dezembro

 

Fonte - G1

Mega-Sena acumula e prêmio vai a R$ 100 milhões

Quinta 14 Mai 2020 - 08h41




Mega-Sena acumula e prêmio vai a R$ 100 milhões

Ninguém acertou os seis números da Mega-Sena sorteados nesta quarta-feira (13). Os números sorteados no concurso 2.261 foram: 07 - 23 - 26 - 27 - 29 - 51.

Na quina, 141 apostadores ganharam R$ 36.059,08. Os 10.502 ganhadores da quadra receberão o prêmio individual de R$ 691,61.

A estimativa de prêmio do próximo concurso é de R$ 100 milhões para quem acertar as seis dezenas da Mega-Sena. O concurso 2.261 será no sábado (16).

 

Fonte - Bahia Notícias

CNA apresenta propostas para Plano Agrícola e Pecuário 2020/2021

Quinta 14 Mai 2020 - 08h34




CNA apresenta propostas para Plano Agrícola e Pecuário 2020/2021

A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) entregou nesta quarta-feira (13) à ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Tereza Cristina, as propostas da entidade para o Plano Agrícola e Pecuário (PAP) 2020/2021, construídas de forma conjunta com as federações de Agricultura e Pecuária nos estados, sindicatos rurais, produtores e associações setoriais.

O documento enumera os 10 pontos prioritários para a política agrícola para a próxima safra, que começa em 1º de julho. O foco das propostas está na redução da taxa de juros ao produtor rural e dos custos administrativos e tributários cobrados pelas instituições financeiras para operar o crédito rural e aumento das fontes de financiamento para o agronegócio, de acordo com a Agência Brasil.

A CNA também sugere a desburocratização e ampliação da transparência sobre as exigências feitas pelas instituições financeiras na concessão do crédito rural e o combate à prática de "venda casada". A entidade defende, além disso, ajustes nos programas de crédito rural, com aprimoramentos relacionados à gestão de riscos da atividade agropecuária e medidas de apoio à comercialização.

A Confederação da Agricultura propõe a redução da taxa de juros para produtores rurais. A CNA argumenta que, apesar da redução na taxa Selic, o setor agropecuário continua pagando juros elevados, aos quais somam-se ainda os custos administrativos e tributários cobrados pelas instituições financeiras.

Para os empreendedores familiares rurais, a CNA propõe a ampliação do valor de financiamento no âmbito do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf) de R$ 250 mil para R$ 350 mil, redução da taxa de juros para 2,5% ao ano e estímulo às contratações do Pronaf Produtivo Orientado, que combina crédito rural com assistência técnica aos produtores.

A CNA também defende a garantia, dentro do Orçamento da União, de um volume de R$ 13,5 bilhões em 2021 para subvenção econômica em equalização de taxa de juros. Para a subvenção ao prêmio de seguro rural, a CNA propõe montante de R$ 1,6 bilhão. Pede ainda previsibilidade na execução do orçamento para o prêmio de seguro rural e a implementação de um sistema para concessão da subvenção diretamente ao produtor.

 

Fonte - AMDA

 

Com pandemia, 76% do setor industrial reduziu produção

Quinta 14 Mai 2020 - 08h25




Com pandemia, 76% do setor industrial reduziu produção

Sondagem especial feita pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) aponta que 91% da indústria brasileira relata impactos negativos por causa da pandemia da covid-19, doença provocada pelo novo coronavírus. Três quartos (76%) das empresas industriais reduziram ou paralisaram a produção.

Três de cada quatro empresas, novamente 76% dos entrevistados, apontaram queda da demanda por seus produtos, metade desses (38%) observaram que a queda foi “intensa”. Os setores que descreveram a diminuição da demanda foram de vestuário (82%), calçados (79%), móveis (76%), impressão e reprodução (65%) e a indústria têxtil (60%).

Dentre os empresários, 45% reclamaram de inadimplência dos clientes e 44% informaram ter tido encomendas e pedidos cancelados.

Além de queda da demanda, 77% dos empresários identificaram que houve diminuição da oferta de matérias primas e de insumos para a produção - por causa da desorganização da estrutura logística - o sistema de transporte em especial -, o que dificultou acesso a insumos ou matérias primas necessários à produção.

Quase a totalidade dos empresários entrevistados (95%) afirmaram ter adotado medidas em relação aos empregados desde campanhas de prevenção, medidas de higiene e afastamento de empregados de grupos de risco ou que apresentaram sintomas.

Metade das empresas deram férias para parte dos empregados, 36% fez uso do banco de horas, 19% reduziram a jornada de trabalho, 16% iniciaram férias coletivas, 15% dispensaram os trabalhadores e 8% fizeram a suspensão temporária dos contratos de trabalho.

Com garantia do tesouro
Os dados da sondagem da CNI foram apurados junto a 1.740 empresários da indústria de transformação (fábricas), extrativa (como mineração e petróleo) e construção civil. A coleta ocorreu na primeira quinzena de abril.

Sete de cada dez empresas assinalam perda de faturamento. Entre os entrevistados, 59% descreveram dificuldades para cumprir pagamentos dos fornecedores e manter em dia salários, aluguel e impostos. Mais da metade (55%) apontaram que o acesso ao crédito para capital de giro ficou mais difícil.

De acordo com o gerente-executivo de economia da CNI, Renato da Fonseca, após medidas de aumento de liquidez do sistema bancário autorizadas pelo Banco Central “houve aumento de empréstimos” por parte dos bancos.

Segundo o economista, no entanto, a procura das empresas, especialmente das pequenas, foi maior que o crédito ofertado. Em situações de crise, como a atual, os bancos temem a insolvência dos tomadores de empréstimo. Para Fonseca, a solução para o aumento do crédito pode ser a criação de um fundo com garantia do Tesouro Nacional, como ocorre em outros países.

Reformas e retomada
Além de cuidar da saúde da população, do funcionamento das empresas e da manutenção dos empregos, Renato da Fonseca espera que o país se prepare para a saída da crise e não abandone a agenda de reformas.

“Se a gente conseguir focar na agenda de competitividade, o Congresso Nacional trabalhando nela e o governo também, reduzindo as brigas políticas, reverteremos o problema e daremos sinal para que o investidor volte”, defende o economista da CNI.

A confederação projeta queda do Produto Interno Bruto em 4,2%. Não descarta, em pior cenário, que a perda chegue a 7% - equivalente à recessão econômica entre 2014 e 2016.

Renato da Fonseca assinala que nem as piores projeções e os problemas apontados pelos empresários na sondagem não corroboram medidas de relaxamento do distanciamento social e outros cuidados sanitários.

“Não adianta acabar com isolamento de imediato se isso gera uma contaminação altíssima. Aí não vai ter o trabalhador para trabalhar de qualquer jeito. Na verdade, começará a haver um excesso de mortes e as pessoas vão se isolar automaticamente.”

Segundo Fonseca, o Serviço Social da Indústria (Sesi) começa a trabalhar em protocolo de cuidados para a retomada das atividades do setor no futuro. “O retorno tem que ser muito planejado”, alerta.

Renato da Fonseca acredita que as empresas deverão ter que tomar medidas de controle, como testagem regular dos trabalhadores para detecção da covid-19. Além disso, será preciso redesenhar o projeto industrial, reduzir a velocidade de produção e, quando possível, afastar os trabalhadores nas linhas de montagem.

 

Fonte - Agência Brasil

Ainda sem data, segunda parcela do auxílio de R$ 600 já tem 15 dias de atraso

Quarta 13 Mai 2020 - 09h02




Ainda sem data, segunda parcela do auxílio de R$ 600 já tem 15 dias de atraso

O auxílio emergencial de R$ 600, criado pelo governo federal como forma de minimizar os efeitos da pandemia do novo coronavírus (Sars-Cov-2) na economia, passou e passa por problemas. Além das falhas na liberação e no cadastramento de beneficiários, a lentidão no sistema e as filas e aglomerações nas agências também incomodaram muita gente. O maior, porém, ainda não tem solução: o atraso no pagamento da segunda parcela, que chega a 15 dias nesta quarta-feira (13).

Não bastasse o adiamento do calendário da segunda e da terceira parcelas do auxílio , o governo sequer terminou de pagar a primeira a todos que têm direito. Até o momento, 50,5 milhões de brasileiros já receberam, com R$ 35,5 bilhões gastos.

Em coletiva nesta segunda (11), a Caixa Econômica Federal, responsável pelos pagamentos, afirmou que a confirmação do calendário das próximas parcelas depende do governo. A segunda parcela deveria ter começado a ser paga em 27 de abril, 15 dias atrás. Até esta quarta, nem sinal dos recursos caírem.

Os únicos que não serão afetados pelo adiamento do calendário na segunda parcela são os beneficiários do Bolsa Família , que receberão entre os dias 18 e 29 de maio. Os benefícios começam a ser pagos pelos que têm Número de Identificação Social (NIS) terminado em 1, e assim sucessivamente, até o NIS final 0.

Segundo o governo, o atraso se deve, entre outras coisas, à necessidade de suplementar o Orçamento para realizar os pagamentos bilionários. Na prática, há mais pessoas a receber do que o previsto, o que elevou os custos.

Independentemente do atraso, o governo garante que todos que têm direito ao benefício receberão as três parcelas, como prometido.

 

Fonte - iG

 

Facebook anuncia exclusão de mais de 50 milhões de postagens falsas

Quarta 13 Mai 2020 - 08h57




Facebook anuncia exclusão de mais de 50 milhões de postagens falsas

A rede social Facebook publicou nesta terça-feira (12) relatório sobre as ações tomadas para prevenir a disseminação de conteúdos falsos ou duvidosos na internet. Segundo o Relatório de Aplicação dos Padrões da Comunidade, cerca de 50 milhões de postagens relacionadas ao novo coronavírus, publicadas tanto no Facebook quanto no Instagram, foram consideradas incompatíveis com as políticas da empresa.

“Passamos os últimos anos construindo ferramentas, equipes e tecnologias para ajudar a proteger as eleições de interferências, evitar a disseminação de desinformação em nossos aplicativos e manter as pessoas protegidas de conteúdos nocivos”, afirma o vice-presidente de Integridade do Facebook, Guy Rosen, em comunicado.

O relatório do Facebook diz também que a maior parte do trabalho de filtragem de conteúdo é feito por algoritmos de inteligência artificial que identificam conteúdos abusivos com expressões de discurso de ódio, nudez adulta e atividades sexuais, violência e conteúdo explícito, bullying e assédio, de acordo com a Agência Brasil.

Apenas uma parte da filtragem é reavaliada por revisores de conteúdo, enquanto a maior parte é excluída automaticamente. “Trabalhamos com mais de 60 organizações de verificação de fatos que revisam e classificam conteúdos em mais de 50 idiomas ao redor do mundo. No mês passado, continuamos a expandir nosso programa para adicionar mais parceiros e idiomas. Desde o início de março, adicionamos oito novos parceiros e expandimos nossa cobertura para mais de uma dúzia de novos países”, revela Rosen.

As postagens removidas que continham desinformação sobre o novo coronavírus foram avaliadas com base em 7.500 artigos científicos usados para comparar fatos entre os textos publicados nas redes sociais e o entendimento médico-científico atual sobre a doença.

O levantamento também marca a primeira vez que o Facebook e Instagram divulgam informações sobre apelações feitas por usuários de ambas as plataformas. De janeiro a março de 2020, das 2,3 milhões de postagens excluídas por violação dos termos de uso, 613 mil foram restauradas após análise de avaliadores.

O relatório destaca ainda o esforço da empresa para conter o avanço e a disseminação de notícias falsas.

O Facebook anunciou parceria com a International Fact-Checking Network (IFCN) em um contrato de US$ 1 milhão que inclui os serviços de 13 organizações de verificação de fatos em todo o mundo.

 

Fonte - Agência Brasil

Fluxo e refluxo, por Otto Alencar

Quarta 13 Mai 2020 - 08h35




Fluxo e refluxo, por Otto Alencar

O que vai acontecer com o mundo quando vencermos a guerra contra o coronavírus? Que países conseguirão superar os traumas da maior tragédia sanitária dos últimos 100 anos e retomar o caminho do desenvolvimento?

No momento em que a pandemia ainda não dá sinais concretos de arrefecer o seu ímpeto destruidor, pode parecer precipitado pensar no amanhã. Mas acredite, não é. Até porque o amanhã vai depender das atitudes que tomarmos hoje. E o primeiro passo é entender que o Covid-19 deve ser visto como efeito colateral da globalização e que, portanto, emergir dessa crise requer uma postura convergente e não isolacionista.

Não há como negar que a globalização já vinha sendo testada. A guerra comercial entre China e Estados Unidos e mais recentemente, o conflito Rússia-Arábia Saudita, por conta da liderança do comércio internacional do petróleo, já colocava em xeque a lógica da aldeia global, na qual, a mão invisível do mercado reina absoluta sobre as necessidades e aspirações sociais e as vontades e arrogâncias dos estados e seus governantes.

Da mesma forma não se esperava que eventos temporários viessem a prejudicar seriamente um modelo de negócios bem-sucedido, onde a característica principal se baseava em dividir a produção em vários processos que se deslocavam pelo mundo, conforme a incidência dos custos.

O coronavírus aflorou a preocupação com a grande dependência mundial dos fornecedores instalados na China. A província de Hubei, ponto zero da pandemia, é a principal fabricante de componentes de alta tecnologia, um polo que reúne empresas estrangeiras e nacionais de setores eletrônicos, automotivos e farmacêuticos. Ao menos 300 das 500 maiores empresas do mundo estão instaladas na região.

A pandemia expôs a dependência das cadeias globais de suprimentos em relação a   China, levando governos de outros países a pensar sobre como diversificar suas cadeias de suprimentos. O Japão já anunciou um pacote para repatriar empresas e diversificar as suas bases de produção fora da China. Trump há tempos questiona a dependência excessiva da produção chinesa e na Europa, Ângela Merkel se movimenta para recuperar, pelo menos conceitualmente, a unidade política e comercial da União Europeia.

E no Brasil? Aqui, vamos seguindo na contramão. A inserção na globalização pós-pandemia, requer unidade nacional em torno de um projeto comum, amplo relacionamento internacional, estabilidade política e, sobretudo, confiança interna e externa. O que vemos hoje, em nosso País, é exatamente o oposto, com um governo que aos poucos, sangra em crises internas e estimula uma segmentação social que parece nos conduzir a passos largos para uma inconsequente radicalização.

A pandemia que obriga o mundo a buscar um novo modelo de globalização, parece nos conduzir para os braços da velha e indesejável política, o já tradicional toma lá dá cá, num barco desgovernado, no qual o capitão, ao invés de um porto seguro, parece navegar em busca do naufrágio.

Nesse contexto, o Japão foi o primeiro país a delinear um plano de afastamento da China, para que suas empresas locais pudessem ser repatriadas. Com um pacote econômico emergencial, alocou 240 bilhões de ienes (US$2,2 bilhões) com o objetivo de auxiliar as suas empresas a se transferirem de volta ou diversificar bases de produção fora da China.

Nos Estados Unidos, há igualmente discussões sobre a dependência excessiva em relação à China, a ponto de o Governo ter manifestado a intenção de ajudar, arcando com os custos de relocação das empresas americanas que retornarem da China.

Certamente o Covid-19 não decretará o fim da globalização, mas irá alterá-la profundamente. E para terem sucesso as empresas terão que se adaptar a esta realidade.

*Otto Alencar é senador da República, líder do PSD no Senado, médico e ex-secretário de Saúde da Bahia

 

Fonte - Bahia Notícias

Caixa aguarda calendário do governo para pagar nova parcela dos R$ 600

Terça 12 Mai 2020 - 08h21




Caixa aguarda calendário do governo para pagar nova parcela dos R$ 600

A Caixa Econômica Federal está preparada para começar o pagamento da segunda parcela do auxílio emergencial de R$ 600 (R$ 1,2 mil para mães solteiras), mas depende da definição do novo calendário de pagamentos pelo governo federal, disse hoje (11) o vice-presidente da Rede de Varejo do banco, Paulo Henrique Angelo. Segundo ele, a instituição financeira, no momento, está concentrada em concluir o pagamento da primeira parcela.

“A Caixa está preparada para iniciar o pagamento da segunda parcela, a partir de todas as medidas que já adotamos, e esperamos que tenha um pagamento mais tranquilo. Estamos agora focados em finalizar o pagamento da primeira parcela e, assim que o governo divulgar o calendário da segunda parcela, a Caixa prestará as informações sobre a operação de pagamento”, declarou Angelo em entrevista coletiva.

Marcado inicialmente para começar em 27 de abril, o pagamento da segunda parcela foi adiado para maio porque o número de inscritos para o benefício foi maior que o previsto, o que levou o governo a pedir um crédito suplementar no Orçamento.

O Ministério da Cidadania informou que o novo calendário pode ser divulgado amanhã (12). No mês passado, o presidente da Caixa, Pedro Guimarães, chegou a informar que o pagamento da segunda parcela seria antecipado para 23 de abril, dias antes de o Ministério da Cidadania anunciar o adiamento.

Cobertura
O vice-presidente da Rede de Varejo da Caixa anunciou que pouco mais de 94% dos beneficiários do auxílio emergencial movimentaram os recursos da primeira parcela. Ele disse que, nos últimos dias, o banco não recebeu nenhum novo arquivo da Dataprev – estatal de tecnologia que analisa a liberação do auxílio emergencial – para incluir mais pessoas na primeira parcela.

Em relação às filas nas agências, Angelo disse que o movimento hoje voltou a ser baixo em relação ao início da semana passada. Até as 14h desta segunda, 339,7 mil pessoas sacaram a primeira parcela em dinheiro, contra 1,13 milhão na segunda-feira da semana passada. Ele orientou os beneficiários a gerarem o código de saque na nova atualização do aplicativo Caixa Emergencial e retirar o auxílio em caixas eletrônicos.

 

Fonte - Agência Brasil

SPC diz que Brasil chegou a 63 milhões de pessoas com nome negativado

Terça 12 Mai 2020 - 08h17




SPC diz que Brasil chegou a 63 milhões de pessoas com nome negativado

Segundo a pesquisa do SPC Brasil, o total de consumidores negativados chegou a 63 milhões, o equivalente a 40% da população adulta do país. Uma evolução de quase 3% em relação ao mesmo período de 2019.

O forte crescimento dos débitos de água elLuz ocorre em meio ao cenário de pandemia do novo coronavírus. Deve-se principalmente, às medidas aprovadas pela Aneel, em março último, que proíbe o corte de energia em residências.

Segundo a própria Aneel, a medida é temporária e visa proteger os consumidores e funcionários. Vale destacar que estão permitidas outras medidas de cobranças de débitos vencidos, previstas na legislação, inclusive a negativação do inadimplentes em cadastros de crédito.

O ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque, afirmou no dia 05 de maio, que a inadimplência dos consumidores de energia elétrica chegou a 12% nos últimos 30 dias, como reflexo da pandemia do coronavírus. Historicamente, a taxa gira em torno dos 3%.

“Já temos contabilizada, para as distribuidoras, uma perda de R$ 1,8 bilhão. Os números realmente são impressionantes”, declarou segundo o SPC Brasil.

Já o superintendente da Câmara de Dirigentes Lojistas de Salvador  (CDL) Sílvio Correa, afirma a necessidade de manutenção das ações de negativação dos devedores como forma sinalizar para o consumidor a importância de manter-se com o nome limpo, priorizando o pagamento das contas e garantir a sobrevivência do próprio negócio.

Para o varejo, Correa sinaliza para o forte recuo da atividade do comércio apontada pelo Indicador Serasa Experian de Atividade do Comércio. O varejo nacional exibiu forte recuo em março/20 devido os efeitos deletérios causados pelas políticas de restrição da mobilidade urbana e distanciamento social.

Feitos os ajustes sazonais, a queda de março/20 foi de 16,7% ante o mês anterior (recorde negativo de toda a série histórica iniciada em jan/00), sendo que ante março/19 o tombo foi de 13,7%.

 

Fonte - Megaconsultas